sexta-feira, 20 de abril de 2012

Digimon

Digimon


Digimon é a abreviatura para Monstros Digitais "Digital Monsters" os quais são, segundo a história, seres que residem no Mundo Digital (Digital World), um mundo paralelo que é em grande parte uma manifestação do ciberespaço da Internet. Digimon é o nome de uma franquia que possui séries de animes e jogos eletrônicos. Lançado em 1997 após a revolução de jogos da linha pokémon 1996.

As histórias proferem sobre um grupo de crianças admitidas como os "Digi Escolhidos", que acompanham digimons especiais nascidos para proteger o seu mundo (e o nosso) de distintas potências do mal, tanto digitais como humanas. Para ajudá-los a superar os empecilhos mais variados de ambos os mundos, os digimons possuem uma habilidade especial titulada shinka (evolução). Esta agilidade consiste numa evolução momentânea, modificando a aparência e os poderes do Digimon. O conjunto de crianças que entra em contato com o Mundo Digital muda de seqüência para seqüência. Até 2007 foram geradas cinco temporadas e sendo que uma sexta está prevista para ser lançada em 2010: as duas primeiras (Digimon Adventure e Digimon Adventure Zero Two) - que estabelecem um único enredo - e as três seguintes (Digimon Tamers, Digimon Frontier e Digimon Savers) que têm narrativas não relacionadas entre si. A terceira série faz referência às empresas comerciais e televisivas das duas primeiras.

Somar a isto existe diferentes filmes baseados no universo Digimon. Um filme, Digital Monster X-Evolution estreou no início de 2005, no Japão. Este novo segmento da saga Digimon foi inteiramente feito em animação por computador.

Digimon é gerado pela Bandai e pela TOEI. Originalmente, as séries foram exibidas na Fuji TV do Japão. Foi criado pelo Grupo Toei Animation, em 1999. Segundo matéria públicaa na Revista Veja no dia 22 de março de 2000, Digimons não são parentes dos Pokémons. Ao contrário. O desenho foi criado por uma empresa concorrente para pegar carona no sucesso dos amigos de Pikachu e destruí-los. "Acredito que até o final do ano conseguiremos bater os Pokémons em audiência na TV, pois a imagem deles já está saturada e nossa qualidade é infinitamente superior", diz Mary Jo Winchester, vice-presidente da Cloverway, empresa americana que representa a Toei Animations para a América Latina.

Em Portugal, a primeira série foi veiculada pela TVI, pela SIC e pelo Canal Panda, a segunda e a terceira pela SIC e pelo Canal Panda e a quarta apenas pela SIC. No Brasil, todas as séries com exceção da quinta temporada foram exibidas pelo canal Fox Kids (antiga Jetix e atual Disney XD) na TV à Cabo e pela Rede Globo na TV aberta.



Onde Vivem Os Digimons

Monstros que nascem no Mundo Digital, Digimon. Embora sejam feitos de dados, eles podem chorar, sorrir e lutar assim como nós. Eles são amigos importantes! Vamos reunir o maior número de parceiros que conseguirmos! Venha connosco em nossa aventura através desse mundo!
Em geral, digimons vivem no DigiMundo, porém, em Digimon Xros Wars: Toki Wo Kakeru Shounen Hunter-Taichi, os digimons estão sendo atraídos para o DigiQuartz, a dimensão intermediária entre a dimensão que a Terra é localizada e o DigiMundo, sendo atraídos por sentimentoshumano.


Esquadrão de Táticas para Acidentes Digitais
                    Esquadrão de Táticas para Acidentes Digitais
É uma organização do governo estadunidense criada para manter a ordem entre os humanos e os digimons que aparece em Digimon Savers/Digimon Data Squad.


Pokémon: Do início até hoje


Pokémon: Do início até hoje


Pokémon como conhecemos percorreu uma longa trajetória para chegar ao que é hoje, veja abaixo como surgiu, quais foram os boatos sobre os misteriosos monstrinhos de bolso e a lógica por trás dos lançamentos.
Os registros dele, mesmo sendo poucos, partem da 1ª Geração, e é dela que vou falar primeiro:


1ª Geração:
Lançamento no Japão: ?? de Fevereiro de 1995
Lançamento nos EUA: 28 de Setembro de 1998

A primeira aparição dos "monstrinhos de bolso" (pocket monters) foi no Game Boy, em 1995, quando foram lançadas no Japão as duas versões do game (Red & Green). O sucesso foi imediato e se espalhou pelo mundo todo.
Houve uma propaganda enorme por trás disso e os jogos já tinham conquistado a todos.

O que atraiu tantos admiradores foi a mistura dos elementos de ação, aventura, RPG, bichos virtuais, coleção e troca. Além disso, os bichinhos agradam meninos e meninas. Criado por Satoshi Tajiri e Tsunekazu Ishihira, o game rapidamente passou a liderar o mercado de jogos eletrônicos do Japão, um dos mais competitivos do mundo.
Com esse sucesso posteriormente os jogos foram lançados nos EUA com os nomos Red & Blue, em 1998.


2ª Geração:
Lançamento no Japão: 21 de Novembro de 1999
Lançamento nos EUA: 15 de Outubro de 2000

O sucesso da 1ª Geração estava feito, todos tinham se apaixonado por Pokémon. Então como promover o jogo e fazer com que as pessoas não se desliguem dele?
A resposta foi aumentar o número de mostrinhos e a complexidade do jogo. Foi assim que surgiram 100 novos Pokémon, que fizeram o jogo chegar aos 251.






Os jogos Gold/Silver eram melhores, tinham gráficos melhores, Pokémon melhores, e você poderia migrar os Pokémon das fitas antigas, não é perfeito?


3ª Geração:
Lançamento no Japão: 21 de Novembro de 2002
Lançamento nos EUA: 17 de Março de 2003

A 3ª Geração estava sendo criada, mas a Nintendo esqueceu de um mínimo detalhe... Não tinha disponibilizado a tranferência dos Pokémon de jogos antigos.
Então resolveram promover o jogo ao extremo, e a imagem que deixou as pessoas anciosas e boquiabertas foi a seguinte:


Ela foi colocada no site oficial de Pokémon (pokemon.jp) em Março de 2002, e anunciava a exitência de uma 3ª Geração que sairia 8 meses mais tarde.
Contudo, a 3ª Geração foi a que mais desapontou com a maioria dos Pokémon sem criatividade... Mesmo assim as pessoas continuaram adorando Pokémon, os jogos estavam cada vez melhores e mais desafiadores.


4ª Geração:
Lançamento no Japão: 28 de Setembro 2006
Lançamento nos EUA: 22 de Abril 2007

A 4ª Geração é a que mais se tem registros hoje, na verdade ela já estava sendo promovida um ano depois de 3ª Geração ter sido lançada!
Isso foi feito em Abril de 2004 com a imagem de um Pokémon conhecido como Gombe, o qual chamamos de Munchlax.



Posteriormente foi anunciado que ele apareceria no filme Destiny Deoxys.
Mas como a Nintendo gosta de prender as pessoas nisso publicou na revista Coro-Coro em Fevereiro de 2005 a seguinte imagem:

E depois em Março de 2005:


As pessoas começaram a se perguntar o que seriam aquelas sombras, mais tarde os 3 primeiros Pokémon a darem as caras e anunciarem de vez a 4ª Geração apareceram em Abril de 2005:


E depois disso foi só festa, todos já esperavam anciosos pela 4ª Geração, o jogo perfeito, que eram divulgadas novidades a cada mês, o sucesso era garantido! E foi, Pokémon atingiu o Top de vendas no Japão e agora é o que conhecemos hoje, um jogo que te desafia e faz melhorar cada vez mais.


5ª Geração??
Lançamento no Japão: indefinido
Lançamento nos EUA: indefinido

As suspeitas sobre uma 5ª geração começaram a se tornar verdade no dia 30 de Janeiro, quando o programa Japonês Pokémon Sunday disse que anunciaria algo novo na edição seguinte do programa. Nessa mesma semana foi anunciado no site oficial de Pokémon pelo diretor dos games que de fato uma 5ª geração estava a caminho!

No dia 6 de fevereiro de 2010 foi mostrado ao público a silhueta daquele que seria o primeiro Pokémon da 5ª geração. Até então de nome desconhecido, o Pokémon (que mais parecia seguir o estilo que Lucario tinha sido desenhado) foi anunciado no programa Pokémon Sunday, como prometido, e eis a imagem:

No dia 9 de Maio foram reveladas as silhuetas dos starters da 5ª geração

Isso agitou ainda mais os poké-maniacos, que agora esperavam por revelações da jogabilidade dos games...





sexta-feira, 13 de abril de 2012

Reino Plantae e sua classificação


Reino Plantae ou Metaphyta

As plantas são seres pluricelulares e eucariontes. Nesses aspectos elas são semelhantes aos animais e a muitos tipos de fungos; entretanto, têm uma característica que as distingue desses seres - são autotróficas. Como já vimos, seres autotróficos são aqueles que produzem o próprio alimento pelo processo da fotossíntese.
Utilizando a luz, ou seja, a energia luminosa, as plantas produzem a glicose, matéria orgânica formada a partir da água e do gás carbônico que obtêm do alimento, e liberam o gás oxigênio.
, esses ancestrais seriam tipos de algas pertencentes ao grupo dos protistas que se desenvolveram na água. Foram observadas semelhanças entre alguns tipos de clorofila que existe
As plantas, juntamente com outros seres fotossintetizantes, são produtoras de matéria orgânica que nutre a maioria dos seres vivos da Terra, atuando na base das cadeias alimentares. Ao fornecer o gás oxigênio ao ambiente, as plantas também contribuem para a manutenção da vida dos seres que, assim como elas próprias, utilizam esse gás na respiração. As plantas conquistaram quase todos os ambientes da superfície da Terra.
Segundo a hipótese mais aceita, elas evoluíram a partir de ancestrais protistas. Provavelmente m tanto nas algas verdes como nas plantas.
A partir dessas e de outras semelhanças, supõe-se que as algas verdes aquáticas são ancestrais diretas das plantas.
Há cerca de 500 milhões de anos, as plantas iniciaram a ocupação do ambiente terrestre. Este ambiente oferece às plantas vantagens como: maior facilidade na captação da luz, já que ela não chega às grandes profundidades da água, e facilidade da troca de gases, devido à maior concentração de gás carbônico e gás oxigênio na atmosfera. Esses fatores são importantes no processo da respiração e da fotossíntese.



Mas e quanto a presença da água, tão necessária à vida?
Ao compararmos o ambiente terrestre com o ambiente aquático, verificamos que no terrestre a quantidade de água sob a forma líquida é bem menor e também que a maior parte dela está acumulada no interior do solo.
Como, então, as plantas sobrevivem no ambiente terrestre? Isso é possível porque elas apresentam adaptações que lhes possibilitam desenvolver no ambiente terrestre e ocupá-lo eficientemente. As plantas adaptadas ao ambiente terrestre apresentam, por exemplo, estruturas que permitem a absorção de água presente no solo e outras estruturas que impedem a perda excessiva se água. Veremos mais adiante como isso ocorre.
Devemos lembrar que alguns grupos de plantas continuaram sobrevivendo em ambiente aquático.

Classificação das plantas
As plantas cobrem boa parte dos ambientes terrestres do planeta. Vistas em conjunto, como nesta foto, parecem todas iguais. Mas na realidade existem vários tipos de planta e elas ocupam os mais diversos ambientes.
Em geral, os cientistas consideram como critérios importantes:
  • a característica da planta ser vascular ou avascular, isto é, a presença ou não de vasos condutores de água e sais minerais (seiva bruta) e matéria orgânica (a seiva elaborada);
  • ter ou não estruturas reprodutoras (semente, fruto e flor) ou ausência delas.
Os nomes dos grupos de plantas
  • Criptógama: palavra composta por cripto, que significa escondido, e gama, cujo significado está relacionado a gameta (estrutura reprodutiva). Esta palavra significa, portanto, "planta que tem estrutura reprodutiva escondida". Ou seja, sem semente.
  • Fanerógama: palavra composta por fanero, que significa visível, e por gama, relativo a gameta. Esta palavra significa, portanto, "planta que tem a estrutura reprodutiva visível". São plantas que possuem semente.
  • Gimnosperma: palavra composta por gimmno, que significa descoberta, e sperma, semente. Esta palavra significa, portanto, "planta com semente a descoberto" ou "semente nua".
Angiosperma: palavra composta por angion, que significa vaso (que neste caso é o fruto) esperma, semente. A palavra significa, "planta com semente guardada no interior do fruto".

Os vegetais são classificados quanto à presença ou ausência de flores. As plantas que não possuem flores e cuja estrutura reprodutora é pouco visível são chamadas de criptógamas; e as plantas que possuem flores e cuja estrutura reprodutora é bem visível, denominamos fanerógamas.
As plantas, quanto à presença ou ausência de vasos condutores, são classificadas em plantas avasculares e vasculares.
As plantas avasculares são destituídas de vasos condutores da seiva. Os filos que apresentam vegetais avasculares são:
• Filo Bryophyta (musgos);
• Filo Hepatophyta (hepáticas);
• Filo Anthocerophyta (antóceros).
As plantas vasculares, também chamadas de traqueófitas, possuem vasos condutores de seiva. Dentre os vegetais vasculares há os que possuem sementes e os que não possuem sementes.
Os filos que possuem vegetais vasculares, que não possuem sementes, são:
• Filo Pterophyta (samambaias e avencas);
• Filo Lycophyta (licopódios e selaginelas);
• Filo Sphenophyta (cavalinha);
• Filo Psilotophyta (psilotáceas).
Os filos vegetais que apresentam plantas vasculares com sementes são asGimnospermas e as Angiospermas.
1. Gimnospermas: vegetais que não apresentam flores, criptógamas e nem frutos.
• Filo Coniferophyta (pinheiros e ciprestes);
• Filo Cycadophyta (cicas);
• Filo Gnetophyta (gnetáceas);
• Filo Ginkgophyta (gincobilobas).
2.    Angiospermas: vegetais que apresentam flores e frutos.
• Filo Magnoliophyta ou Anthophyta (árvores, capins, etc.).






quarta-feira, 11 de abril de 2012

Vulcões

Vulcões

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Definição de vulcão
Vulcão é uma estrutura geológica criada quando o magma, gases e partículas quentes (como cinza vulcânica) "escapam" para a superfície terrestre . Eles ejetam altas quantidades de poeira, gases e aerossóis na atmosfera, interferindo no clima. São frequentemente considerados causadores depoluição natural. Tipicamente, os vulcões apresentam formato cónico e montanhoso.
A erupção de um vulcão pode resultar num grave desastre natural, por vezes de consequências planetárias. Assim como outros desastres dessa natureza, as erupções são imprevisíveis e causam danos indiscriminados. Entre outros, tendem a desvalorizar os imóveis localizados em suas vizinhanças, prejudicam o turismo, interrompem o tráfego aéreo e consomem a renda pública e privada em reconstruções. Na Terra, os vulcões tendem formar-se junto das margens das placas tectónicas. Existem excepções quando os vulcões ocorrem em zonas chamadas de hot spots (pontos quentes), que são locais aonde o manto superior atinge altas temperaturas. Os solos nos arredores de vulcões formados de lava arrefecida, tendem a ser bastante férteis para a agricultura.
                          O porque da palavra 
A palavra "vulcão" deriva do nome do deus do fogo na mitologia romana Vulcano.

                                                 A ciência                 
A ciência que estuda os vulcões é chamada de vulcanologia, e o profissional que atua na área vulcanólogo, que deve ter conhecimento em Geofísica, a outros ramos da Geologia tais como a Petrologia e aGeoquímica.


                                Tipos de vulcão

Uma das formas de classificação dos vulcões é através do tipo de material que é eruptido, o que afeta diretamente a forma do vulcão. Se o magma eruptido contém uma elevada percentagem em sílica(superior a 65%) a lava é chamada de félsica ou "ácida" e tem a tendência de ser muito viscosa (pouco fluida) e por isso solidifica rapidamente. Os vulcões com este tipo de lava têm tendência aexplodir devido ao fato da lava facilmente obstruir a chaminé vulcânica . O Monte Pelée na Martinica é um exemplo de um vulcão deste tipo.
Quando o magma é relativamente pobre em sílica (conteúdo inferior a 52%) é chamado de máfico ou "básico" e causa erupções de lavas muito fluidas capazes de escorrer por longas distâncias. Um bom exemplo de uma escoada lávica máfica é corrente de lava conhecida como Grande Þjórsárhraun (Thjórsárhraun) originada por uma fissura eruptiva quase no centro geográfico da Islândia há cerca de 8 000 anos. Esta escoada percorreu cerca de 130 quilómetros até ao mar e cobriu uma área com 800 km².
O Havaí e a Islândia são exemplos de locais onde são encontrados vulcões que expelem enormes quantidades de lava que gradualmente constroem uma montanha larga com o perfil de um escudo. As escoadas lávicas destes vulcões são geralmente muito quentes e fluidas, o que contribui para ocorrerem escoadas longas . O maior vulcão deste tipo na Terra é o Mauna Loa, no Havaí, com 9 000 m de altura (assenta no fundo do mar) e 120 km de diâmetro. O Monte Olimpo em Marte é um vulcão-escudo e também a maior montanha do sistema solar.
                         Cones de escórias
É o tipo mais simples e mais comum de vulcões. Esses vulcões são relativamente pequenos, com alturas geralmente menores que 300 metros de altura. Formam-se pela erupção de magmas de baixa viscosidade, com composições basálticas ou intermediárias 
Estratovulcões

 


1. Câmara magmática
2. Rocha
3. Chaminé
4. Base
5. Depósito de lava
6. Fissura
7. Camadas de cinzas emitidas pelo vulcão
8. Cone
9. Camadas de lava emitidas pelo vulcão
10. Garganta
11. Cone parasita
12. Fluxo de lava
13. Ventilação
14. Cratera
15. Nuvem de cinza



Os "estratovulcões" também são chamados de "compostos", são grandes edifícios vulcânicos com longa atividade, forma geral cônica, normalmente com uma pequena cratera no cume e flancos íngremes, construídos pela intercalação de fluxos de lava e produtos piroclásticos, emitidos por uma ou mais condutas, e que podem ser pontuados ao longo do tempo por episódios de colapsos parciais docone, reconstrução e mudanças da localização das condutas . Alguns dos exemplos de vulcões deste tipo são o Teide na Espanha, o Monte Fuji no Japão, o Cotopaxi no Equador, o Vulcão Mayonnas Filipinas e o Monte Rainier nos Estados Unidos.
Caldeiras ressurgentes
São as maiores estruturas vulcânicas da Terra, possuindo diâmetros que variam entre 15 e 100 km². À parte de seu grande tamanho, caldeiras ressurgentes são amplas depressões topográficas com uma massa elevada central . Exemplos dessas estruturas são a Valles e Yellowstone nos Estados Unidos e Cerro Galan na Argentina.
Vulcões submarinos
São aqueles localizados abaixo da água. São bastante comuns em certos fundos oceânicos, principalmente na dorsal meso-atlântica. São responsáveis pela formação de novo fundo oceânico em diversas zonas do globo . Um exemplo deste tipo de vulcão é o vulcão da Serreta noArquipélago dos Açores.
              Formaçao vulcanica
A maioria dos vulcões terrestres tem origem nos limites destrutivos das placas tectónicas, onde a crosta oceânica é forçada a mergulhar por baixo da crosta continental, dado que esta é menos densa do que a oceânica. A frição e o calor causados pelas placas em movimento leva ao afundamento da crosta oceânica, e devido à baixa densidade do magma resultante este sobe. À medida que o magma sobe através de zonas de fratura na crosta terrestre, pode eventualmente ser expelido em um ou mais vulcões . Um exemplo deste tipo de vulcão é o Monte Santa Helena nos Estados Unidos, que se encontra na zona interior da margem entre a placa Juan de Fuca que é oceânica e a placa Norte-americana.

 Previsão de erupções

A ciência ainda não é capaz de prever com certeza absoluta quando um vulcão irá entrar em erupção, progressos têm sido feitos no cálculo das probabilidades de um evento ter lugar ou não num espaço de tempo relativamente curto . Os seguintes fatores são analisados de forma a ser possível prever uma erupção:
Sismicidade
Microssismos e sismos de baixa magnitude ocorrem sempre que um vulcão "acorda" e a sua entrada em erupção se aproxima no tempo. Alguns vulcões possuem normalmente atividade sísmica de baixo nível, mas um aumento significativo desta mesma atividade poderá preceder uma erupção. Outro sinal importante é o tipo de sismos que ocorrem. A sismicidade vulcânica divide-se em três grandes tipos: tremores de curta duração, tremores de longa duração e tremores harmónicos.
§        Os tremores de curta duração são semelhantes aos sismos tectónicos. São resultantes da fraturação da rocha aquando de movimentos ascendentes do magma. Este tipo de sismicidade revela um aumento significativo da dimensão do corpo magmático próximo da superfície.
§        Os tremores de longa duração indicam um aumento da pressão de gás na estrutura do vulcão. Podem ser comparados ao ruído e vibração que por vezes ocorre na canalização em casas. Estas oscilações são o equivalente às vibrações acústicas que ocorrem no contexto de uma câmara magmática de um vulcão.
§        Os tremores harmónicos acontecem devido ao movimento de magma abaixo da superfície. A libertação contínua de energia deste tipo de sismicidade contrasta com a libertação contínua de energia que ocorre num sismo associado ao movimento de falhas tectónicas.
Os padrões de sismicidade são geralmente complexos e de difícil interpretação. No entanto, um aumento da atividade sísmica num aparelho vulcânico é preocupante, especialmente se sismos de longa duração se tornam muito frequentes e se tremores harmónicos ocorrem.


              Comportamento dos vulcões




Ativos, dormentes ou extintos?

Não existe um consenso entre os vulcanologistas para definir o que é um vulcão "ativo". O tempo de vida de um vulcão pode ir de alguns meses até alguns milhões de anos. Por exemplo, em vários vulcões na Terra ocorreram várias erupções nos últimos milhares de anos mas atualmente não dão sinais de atividade.


            Composiçao do magma 
Magma é o material semifluido, altamente aquecido (de 800 a 1.200o C), encontrado em regiões profundas da crosta terrestre e que consiste predominantemente de silicatos em fusão (ou líquidos).
O magma que flui contém cristais em suspensão e bolhas de gás. Quando expelido violentamente pelos vulcões, recebe o nome de lava e, pelo resfriamento e solidificação, dá origem às rochas magmáticas ou ígneas.
A composição química dos magmas só pode ser conhecida após sua solidificação. Observa-se então que o oxigênio é o elemento mais abundante. A composição química das rochas ígneas pode ser expressa em termos de sua quantidade de óxidos. O mais importante deles é o de silício (SiO2), que compõe 35 a 75% de uma rocha magmática típica.


O que acontece quando o magma vulcânico seca?

Rocha ígnea, rocha magmática ou rocha eruptiva é um tipo de rocha que resultou da consolidação devida a resfriamento de magma derretido ou parcialmente derretido.São formadas a partir do resfriamento do magma no interior da crosta, nas partes profundas da litosfera, sem contato com a superfície